
Paulo e Ivete dançam ao som da Orqustra Alma Latina - ©Guy
Joseph
Paulo
Edno Recebe Título de Cidadão Bananeirense, aos 50 Anos
de Idade
Por Guy Joseph
Ninguém chega aos cinquenta anos, impunemente! Cinquenta anos
de vida, carrega um grande significado simbólico e é,
também, um verdadeiro traçado de uma nova rota a ser seguida,
daqui para a frente, cercada de mais segurança e certeza. Diz
a sabedoria popular, que a vida começa aos cinquenta anos. Acreditando
nisso, podemos observar que tudo, fica bem mais fácil de encarar,
viver e compreender. Os gostos ficam mais apurados e, quiçá,
mais refinados (como um bom vinho), a temperar a delícia que
é viver a vida. Viver com mais sabedoria, pelas experiências
adquiridas e pelas decepções já, enfim, superadas.
Chegar, até aqui, às cinco décadas, foi duro, sabemos,
repleta de incertezas, de medos e insegurança, do que poderia
estar por vir. Antes dos cinquenta anos, tudo é muito distante,
incerto, imprevisível e inquietante. Esse é o preço
da juventude. O benefício, é o refrigério da nova
era, que trás uma certa paz e a tranquilidade, pelos belos anos
bem vividos e a perspectiva de uma nova etapa, para quem tem o privilégio
de se fazer cinquentão.
Paulo Edno chega aos seus cinquenta anos, ao lado da sua indispensável
Ivete - verdadeira guerreira, quem norteia os passos do casal -, esbanjando
otimismo, garra e fé. Cercado de uma legião de amigos,
recebe as merecidas homenagens e o justo reconhecimento da sociedade.
Como se fora, um verdadeiro presente, a Câmara Municipal de Bananeiras,
lhe outorga o Título de Cidadão Bananeirense, propositura
da grande sensibilidade e espírito comunitário, do parlamentar,
José Vital de Lima Sobrinho. Láurea justa e merecida,
que ficará emoldurada na galeria de conquistas do cinquentenário
cidadão, Paulo Edno.
Parabéns prá você, Paulo!
Vereador
José Vital Entrega Título de Cidadão a Paulo Edno.
- ©Guy Joseph

Prefeita Marta Ramalho e Ramalho Leite, foram abraçar
Paulo Edno. - ©Guy Joseph

O Pavilhão
esteve lotado de gente animada. Fotos:©Guy Joseph
Bananeiras Faz o Melhor e o Mais
Animado São João Pé-de-Serra da Paraíba.
Por Guy Joseph
Mais uma vez, a cidade de Bananeiras consegue realizar o mais animado
e autêntico São João, Pé-de-Serra, atraindo
visitantes de todas as partes do Brasil e até do Exterior. Foram
cinco dias de muito Forró, comidas típicas, dança
e alegria. As atrações musicais, da Praça Epitácio
Pessoa, não podia ser melhor: As Bastianas; Aleijadinho de Pombal;
Beto Brito;Nieldson Lua; Ermelinda e Banda; Forrozão Vip; Nordestinos
do Forro; Swing Nordestino; Jorge de Altinho; Sirano e Sirino; Os três
do Nordeste; Pinto do Acordeon; Amazan, entre outros.
Na Casa do Turista, em frente à Praça, a frequência
era constante, com visitantes procurando informações e
adquirindo produtos e lembranças para levar pra casa. Sob a coordenação
de Marina, que fazia o receptivo local, a casa do Turista vendeu livros,
Cd's, Postais, artesanato local e distribuiu folhetos impressos, informando
a programação do São João de Bananeiras.
A decoração da Praça ficou à cargo da criatividade
de Janaína, que contava com a colaboração de Giovanne,
Mariana e Douglas, formando uma equipe dinâmica e afinada.
A Secretária de Turismo, Ana Maria Gondim, não media esforços,
para que tudo acontecesse conforme o planejado, fazendo do São
João de Bananeiras, o mais visível e animado de toda a
Paraíba. A prefeita Marta Ramalho, circulava pelo pavilhão,
cumprimentando a todos, com uma indisfarçável alegria
e satisfação, estampadas em sua face, diante do sucesso,
que foi a festa da cidade de Bananeiras.

Beto
Brito animou com sua Banda - ©Guy Joseph
As Bastianas, deram um grande
Show - ©Guy Joseph
Tinha Gente de todas as Idades, como Professor Franklin
com o filho no colo. - ©Guy Joseph
Os empresários, Ana e Norberto, não perdiam uma dança.
Foto; ©Guy Joseph

Os juristas Aldecy e Sílvia, com a prefeita, Marta Ramalho -
©Guy Joseph

Maria Helena e as filhas Luíza e Laura - ©Guy Joseph

Ana Gondim, Gerardo Rabello e Marta Ramalho - ©Guy Joseph

Os perigosos saltos faziam o delírio da Platéia.
Foto ©Guy Joseph/2009
Saltos Espetaculares Em
Domingo de Sol
Por Guy Joseph
A cidade de Bananeiras, assistiu a um grande espetáculo esportivo,
proporcionado por ciclistas de diversos lugares do Estado, numa competição
caracterizada por saltos de grande dificuldade, técnica, classificada
na categoria Down Rio. O evento esportivo, na modalidade Down Rio é
a primeira etapa do campeonato paraibanoA competição,
teve como ponto de partida, a famosa Rua do Vento, que é formada
por uma ladeira de grande extensão e inclinação.
Esta é a primeira vez que o circuito acontece na zona urbana.
O ponto final, do certame era a Praça Epitácio Pessoa,
onde havia uma segunda rampa que proporcionava grandes saltos, além
de algumas grandes quedas. A competição, teve um participante
de Bananeiras, o Adriano, que conquistou o terceiro lugar na sua modalidade.
Paralelamente ao evento esportivo, grupos de pessoas participantes da
Décima Ecotrilha, plantavam mudas de árvores, na encosta
que margeia a rodovia que vai em direção a cidade de Solânea.
As mudas de Ipês, Acácias, Palmeiras, entre diversas outras
espécies, foram fornecidas, em parceria, pela Prefeitura de Bananeiras.
Os integrantes da Décima Ecotrilha, foram recepcionados em um
jantar, pela prefeita Marta Ramalho, que fez questão de falar
das ações empreendidas pelo Município, no sentido
de atrair, cada vez mais, eventos que contribuem para a divulgação
turística e visibilidade de Bananeiras.
A bela manhã de sol do domingo, fazia com que os moradores de
Bananeiras, saíssem às ruas para assistir ao evento esportivo,
que transcorreu em clima de euforia, segurança e organização.

Casarão dos Medeiros a História Preservada
O Casarão dos Medeiros
em Bananeiras
Por Guy Joseph
A cidade de Bananeiras pode, muito bem contar sua história, além
da transmissão oral e escrita, também, através
de sua bela arquitetura. Os casarões que ainda existem no centro
das áreas urbana e rural são resultado da opulência
vivida pela aristocracia agrária. O dinheiro do café proporcionava
a construção de palacetes, inspirados na arquitetura européia,
inclusive, com ladrilhos e adereços importados. O fausto do café
acabou em 1923, com a praga Cerococus paraibensis, que contaminou
as plantações. A cana-de-açúcar, o fumo,
o arroz e, posteriormente, o sisal, passaram a figurar como produtos
estratégicos da economia regional.
Os casarões do centro histórico de bananeiras, contam
parte dessa história e o belo “Casarão dos Medeiros”,
é um bom exemplo: situado à Rua; Cel Antonio Pessoa, 414,
em Bananeiras(PB), pertenceu ao casal Dr. Joaquim Florentino de Medeiros
e Dona Estela Coutinho de Medeiros, de cujo casamento, nasceram 9 filhos,
sendo 4 homens (Gilberto, Moacir, Bartolomeu e Antonio Medeiros) e 5
mulheres ( Maria Anita, Gizélia, Clementina Augusta, Angelina
e Fátima Medeiros). Dr. Medeiros, como era conhecido, tinha formação
superior, graduado em Odontologia, exercendo suas funções
por muito tempo, inclusive no Patronato Agrícola, estabelecimento
de ensino esse, que abrigava no seu internato, os filhos dos pequenos
agricultores e outros jovens que careciam de um sistema disciplinar
de correção.
Sua esposa, Dona Estela, dedicada exclusivamente ao lar e às
prendas domésticas, desfrutava de alto conceito e detinha grandes
amizades, além de ser extremamente religiosa. Tia do senador
Humberto Lucena e do empresário Haroldo Lucena, abria seu casarão
para recepcionar as mais diversas autoridades, dentre elas o Presidente
do Estado, Solon de Lucena, e outras celebridades da esfera política
e da sociedade em geral. Nesse referido casarão, celebrou com
muita pompa, ao lado dos seus familiares, convidados e personalidades
ilustres, suas bodas de prata e de ouro, inclusive, com a participação
da famosa Orquestra Tabajara, além de ter feito realizar, também
em sua residência, o casamento de três de suas filhas.
A família Medeiros fazia parte da elite bananeirense, gozando
de muito conceito da sociedade local, sendo bastante respeitada e admirada
por todos. Por capricho do destino, esse casarão que na década
de 20 instalou em suas dependências uma escola de formação
para rapazes da sociedade, tendo a frente um corpo docente seleto e
renomado, abrigou bem recentemente, os filhos dos trabalhadores rurais
sem terra, estudantes do Colégio Agrícola de Bananeiras,
capacitando-os na doutrina da reforma agrária. Atualmente, vem
sendo adaptado para se transformar numa pousada point de apoio para
os praticantes do esporte do golfe, que freqüentarão o condomínio
Águas da Serra, que abriga esse tipo de prática esportiva.
Segundo Alírio Trindade, toda a restauração, vem
sendo feita, seguindo critérios rigorosos de preservação
para que possa ser mantidas as características arquitetônicas
originais do casarão
Comentário do Leitor: Guerido
amigo e vizinho,
Sobre o artigo "O Casaão dos Medeiros", gostaria que
voce fizesse uma observação sobre a afirmação
do proprietário da futura pousada "DO GOLFE," kkkkkkkk",
quando fala que está restaurando o casarão, não
é verdade, na realidade o que está acontecendo é
a destruição de um dos patrimonios históricos mais
importantes de Bananeiras, (que por sinal tem se desenvolvido turísticamente
exatamente pelo potencial histórico arquitetônico e ambiental,
e, esses inumeros condomínios tem feito sucesso exatamente bela
beleza e importancia histórica da cidade), não precisa
ser arquiteto para se ter conhecimento da importancia da arquitetura
na história e identidade de um povo, o que está acontecendo
é falta de cultura e compromisso com a história dessa
cidade maravilhosa (estado e país)que escolhemos para viver,
é lamentável que no mundo de hoje ainda existam pessoas
totalmente equivocadas no que diz respeito a importancia da preservação
do patrimônio histórico edificado, mas....o poder econômico
nem sempre está nas mão de pessoas conscientes...
É lamentável observar esse crime e não puder fazer
nada..........
Como não consegui enviar esse email direto para seu site, gostaria
que voce o reencaminhasse para lá.
Obrigada,
Ana Maria R. Gondim

Cartaz do Projeto Clic para ampliar
Fotografando a Natureza
Faz
um ano, que uma parceria entre a agência
Mais Brasil-Turismo e o fotógrafo Guy
Joseph, leva turistas para diversos lugares da Paraíba. O projeto
tem a denominação de "Vivências"
e consiste em viagens de aventuras, percorrendo pontos de interesse
turístico do interior da Paraíba. Os grupos são formados por pessoas
que gostam de aventura e de fotografar, e que ganharam a oportunidade
de fazer suas fotos sob orientação de um profissional da fotografia.
O instrutor de fotografia, o fotógrafo Guy Joseph, orienta as
pessoas no sentido de conseguir melhores fotos, de acordo com o meio-ambiente.
A fotografia na mata, por exemplo, tem as suas peculiaridades e conhecê-las,
poderá proporcionar melhores fotos.
À noite, no hotel, o grupo se reúne para assistir a exibição, (em data-show),
das fotografias realizadas por cada um dos participantes, quando é feita
análise de cada foto, comentários, dicas e macetes técnicos sobre a
arte e técnica fotográfica.
A primeira viagem foi realizada com um grupo de vinte pessoas, para
a cidade de Bananeiras, entre os dias 7 e 8 de julho de 2007. Foram
visitados o Cruzeiro de Roma, Goiamunduba, Cachoeira do Roncador, Mata
do Matias e o casario histórico do centro da cidade de Bananeiras. O
grupo ficou hospedado na pousada Laranjeiras, um antigo engenho transformado
em hotel. Além de Bananeiras, foram realizadas viagens para Cabaceiras,
visitando o Lajedo do Pai Mateus e o Sítio Bravo, entre vários outros
atrativos locais.
Esse é um passeio para quem gosta de trilhas, contato com a natureza,
aventura e de registrar em fotografia, as suas viagens.
O pacote inclui: Transporte, ida e volta, hospedagem em aptos. duplos
e triplos, três refeições diárias, e taxas da visitação. As vagas são
limitadas.
A próxima viagem está marcada para a cidade de Bonito-PE entre os dias
31/10/08 e 02/11/08. Maiores informações, podem ser obtidas na
Mais Brasil, pelo
telefone 83 3224 3050 ou na Av. Epitácio Pessoa, 3280 sala 104 - Tambauzinho
- na Capital da Paraíba.

Ànny
abraça Marta. Clique na foto
para ampliar
Ecos da Vitória
Durante as comemorações da vitória (nas eleições municipais de Bananeiras),
por conta da re-eleição da prefeita Marta Ramalho, uma verdadeira multidão
se concentrou em frente à casa de familiares de Marta, todos querendo
abraçar a vitoriosa Prefeita. Figuras as mais animadas, chegavam o tempo
todo, com a alegria estampada no rosto e fazendo o "V" da
vitória com as mãos. Marta era cumprimentada, a cada instante, pelos
seus eleitores felizes. No flagrante fotográfico, registramos um desses
momentos, onde a eleitora Ànny Oberoy, fez questão de abraçar a prefeita
Marta Ramalho.
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Marta Ramalho Leite, ladeada por
Cícero e Fabiano Lucena
Marta Ramalho Vence, Mais Uma Vez, em Bananeiras
Depois de empreender uma belíssima campanha, a prefeita Marta
Ramalho Leite conquistou a reeleição, para a Prefeitura de Bananeiras,
confirmando os indicadores das pesquisas, que já apontavam uma
ampla diferença, na preferência do eleitor.
Marta deverá permanecer mais quatro anos a Frente da cidade de
Bananeiras.
As comemorações estão sendo realizadas em frente a sede do Partido,
com os eleitores manifestando o seu contentamento. A todo instante
chegam mais e mais correligionários, que fazem questão de abraçar
Marta Ramalho, em cenas de muita alegria e emoção.
Giana
a bela Porta-Bandeira
O
Santa Vitória brilhou no desfile
Duas integrantes
da Filarmônica
Desfile da Independência
A cidade de Bananeiras comemorou a data da independência do Brasil,
com o tradicional desfile de 7 de setembro. Os festejos começaram
com o hasteamento da Bandeira e a execução do Hino Nacional.
Em seguida, as escolas e agremiações passaram a se concentrar
nas imediações da Igreja Matriz, para dar início ao desfile cívico.
As escolas participantes capricharam em suas performances, mostrando
ao grande público presente, mensagens de crença em um futuro promissor,
de paz e prosperidade para o País.
Destaque,
para a Filarmônica Lira dos Artistas de Bananeiras, que executava
diversos temas patrióticos, abrindo o desfile.
No palanque oficial, as autoridades municipais assistiam ao desfile,
aplaudindo a passagem das diversas escolas e agremiações.

Casa Quilombola
©Renan Cepeda
Fotógrafo Carioca Visita
Bananeiras
Viajando
elo interior da Paraíba, o fotógrafo Renan Cepeda, passou pela
cidade de Bananeiras. Acompanhado pelo fotógrafo paraibano, João
Lobo, Cepeda foi apresentado ao fotógrafo Guy Joseph. Da residência
deste, saíram em um tour noturno pela cidade de Bananeiras.
O
fotógrafo Renan Cepeda desenvolve um trabalho, onde fotografa em
baixa velocidade com sua camera, registrando imagens noturnas
e com uma lanterna vai pintando as arestas de casas e objetos.
Essa técnica, é chamada "light paint", ou pintura com luz.
Renan Cepeda
é carioca, nascido em 1966, começou a fotografar em preto e branco
já com 11 anos de idade. Aos 21 anos dá início a sua carreira
profissional. Corria o ano de 1987. Sua grande escola foi a experiência
no fotojornalismo. Colaborou para as maiores publicações do país,
tais como Jornal do Brasil, Folha de São Paulo, Veja, Época, Isto
É, Elle, Exame, entre muitas outras. Foi correspondente da agência
francesa SIPA-Presse no Rio, de 1993 a 1995. Em 1996 fundou o
“Arte de Portas Abertas” com outros artistas do bairro
carioca de Sta. Teresa. Dedicando-se hoje integralmente à fotografia
de arte, Renan Cepeda é reconhecido pelas pesquisas artísticas
sobre técnicas fotográficas incomuns, como a fotografia infravermelha
- que estuda desde 1991, elaborando a série “Invisíveis”
– e a coleção “Pichações”, em que aplica processos
de iluminação pontual sobre casas desabitadas, trabalho já premiado
três vezes: International Agfa Photo Award em 2004; bolsa-prêmio
da FUNDARPE - Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de
Pernambuco e prêmio-aquisição no Salão de Santo André –
SP, em 2005.
Suas fotos podem ser vista em seu site: - www.renancepeda.com

Foto:
©Guy Joseph
Foi Dada
a Largada!
Bananeiras acordou com
a cidade repleta de atletas, que vieram de vários Estados do Nordeste,
para a Corrida de Aventura, Desafio
Costa do Sol 2008. No Marco Zero (em frente à
Igreja de N. S. do Livramento), as equipes se concentravam para
cuidar dos preparativos, ajustes dos equipamentos e estudo dos
mapas, contendo as rotas da corrida. A coordenação da Neblina
Adventure Center, promotora do evento, se desdobrava
para que a competição pudesse acontecer, com toda a segurança.
Nada foi esquecido. Uma ambulância equipada com material e assistencia
médica, estava a postos para atender a qualquer eventualidade.
Da mesma forma, uma viatura do Corpo de Bombeiros, equipada para
resgate e salvamento, seguia toda a prova, prevenindo eventuais
acidentes.
Na largada, a quebra de uma bicicleta, impediu que uma competidora
quase não pudesse participar da prova. Desolada, Gaby chorava,
sendo confortada pelos companheiros. Finalmente, apareceu uma
bike, na qual a Gaby pôde largar. A reportagem conseguiu testemunhar
a chegada de uma Gaby (agora risonha), a um posto de checagem
em Goiamunduba.
Todas as providências, de infraestrutura, contaram com o desempenho
da Secretária de Turismo, Ana Maria Gondim, que não desligava
o telefone celular, para suprir o evento de todas as necessidades
e sanar imprevistos. A corrida se encerra amanhã, domingo/17,
com a chegada de todos os atletas.
Você pode ver mais imagens
da corrida, no site www.neblinaonline.com

Foto: ©Guy Joseph
Desafio
Costa do Sol 2008
O
Desafio Costa do Sol 2008 vai para o Brejo novamente,
será a segunda vez que essa bela região do Estado receberá uma
corrida de aventura e terá como cenário principal o município
de Bananeiras. Toda a região do Brejo Paraibano possui locais
importantes para a prática de esportes de aventura. O Município
de Bananeiras apresenta um grande leque dessas opções como trilhas
em Mata Atlântica para trekking e Mountain Biking, várias cachoeiras,
lagoas e até locais com rochas expostas para a prática de escalada
em rocha e outras técnicas verticais.
Oferecer o novo e o
diferente sempre é a intenção da organização. O corredor de aventura
não se contenta com o igual, isso faz com que a Neblina
Adventure Center sempre tenha a preocupação de oferecer
um percurso desafiante às equipes, e a região do Brejo Paraibano
apresenta todas as possibilidades para provas bonitas e de terreno
difícil. Por essa razão foi montado um percurso especial de orientação
pedestre com um mapa específico na escala de 1:5. 000 que será
um dos diferenciais dessa prova.
Segundo Edmilson M. Fonseca Diretor Geral e de Percurso: Já estávamos
de olho no Brejo há mais de 4 anos, mas a dificuldade com relação
ao mapa fazia com que as provas não fossem realizadas, agora com
a carta a disposição podemos finalmente dar a largada para o Desafio
Costa do Sol mais duro da história. Desde abril deste ano começamos
a visitar a região e posso afirmar que escolhemos os locais dos
postos de controle a dedo.
Para este ano teremos dois projetos sociais que serão executados
durante e após a realização do Desafio Costa do Sol 2008. O primeiro
será a arrecadação de livros para a Biblioteca da cidade de Bananeiras.
Lembramos a todas as equipes que tragam os livros de acordo com
o regulamento da corrida para não causar desclassificação. O segundo
projeto será a realização de um treinamento em Educação Ambiental
e Técnicas de Condução de Trilhas para os condutores locais oferecido
pelos Guias da Neblina Adventure Center (organizadora do Desafio
Costa do Sol).
O
Desafio Costa do Sol tem o apoio da Prefeitura
Municipal de Bananeiras, Sebrae-PB, Colégio Executivo, Red Bull
e da APCA Associação Paraibana de Corrida de Aventura.
Desafio Costa do Sol 2008 é etapa do:
Campeonato Paraibano de Corrida de Aventura ETAPA ÚNICA
CNA Circuito Nordestino
de Aventura - ETAPA Paraíba
Válido pelo RBCA - Ranking Brasileiro de Corrida de Aventura.

Foto: ©Guy Joseph
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Cavalo
Marinho se Apresenta em Bananeiras
A cidade
de Bananeiras viveu mais uma noite de beleza, brilho e encantamento,
com mais uma apresentação do projeto cultural, "Sons do Brejo". O
distrito de Chã do Lindolfo, foi o lugar marcado para testemunhar
a riqueza da nossa cultura popular, com a apresentação do Cavalo-Marinho
do Mestre João do Boi. O Cavalo-Marinho (folguedo popular nordestino),
tem sua existência ameaçada pela falta de interesse, na preservação
das nossas tradições e da cultura popular paraibana. O
Cavalo-Marinho Infantil, veio da Capital, para se apresentar em
Bananeiras e desperta curiosidade pela sua formação inusitada,
constituída por crianças, que demonstram grande interesse, entusiasmo
e compenetração em desempenhar, corretamente, o enredo do folguedo.
Mestre João do Boi, foi discípulo do saudoso Mestre Gazoza e reside
no Bairro dos Novais, na Capital paraibana e continua mostrando
o mesmo entusiasmo, de muitos anos dedicados à preservação e continuidade
das nossas tradições populares. O
Cavalo-Marinho Infantil, exibe o colorido e o brilho das fantasias,
num espetáculo de pura beleza. A promoção é uma iniciativa da
ONG Artesanal e tem patrocínio do FIC. No palco, podia-se assistir
ao encontro de duas gerações: Mestre João (70 anos), mostrando
toda a destreza de seus passos, diante da graça e leveza de uma
jovem Mestra (formada por ele), em seus 11 anos de idade. A alegria
e a emoção dos participantes contagia a platéia, que se diverte
e aplaude, no final das belas evoluções do Cavalo-Marinho Infantil.

Foto: ©Guy Joseph
Dica de Lazer: Pesque &
Pague Jardim
Localizado nas históricas ruínas do antigo Engenho Jardim,
com paisagem deslumbrante, em contato direto com a natureza o
seu laser de Domingo pode se tornar inesquecível. Estamos nos
referindo, ao Pesque & Pague Jardim que dispõe
de toda uma infraestrutura de viveiros e equipamentos para a prática
da pesca esportiva, com a segurança e o conforto de um lugar aprazível, preparado
para atender a todos os que procuram um divertimento saudável,
prazeroso e estimulante. O Pesque & Pague Jardim
é o melhor lugar para passar o dia de domingo e passear com toda
a família, revivendo o clima e o cenário dos antigos engenhos
de cana-de-açucar. A Casa-Grande do antigo Engenho Jardim, foi
transformada em um grande e aconchegante restaurante, rústico,
onde os visitantes podem saborear os mais deliciosos pratos da
nossa culinária regional. E o melhor: o resultado da sua pescaria
pode ser transformado em saboroso almoço de domingo, de toda a
família. O carro-chefe, é a Tilápia frita, acompanhada de pirão
arroz e salada de verduras. Uma delícia! Além do peixe, sugerimos
o Bode guisado e a Galinha de Capoeira. O atendimento é atencioso,
eficiente e muito rápido. Para quem não conhece, vale à pena dar
uma passadinha. Quem conhece, volta sempre! No Pesque Pague Jardim,
você pode encontrar, almoçando, inúmeras personalidades da sociedade
bananeirense. Aberto aos Domingos.

Aperitivo & Turismo
Para abrir o apetite, nada como
um bom aperitivo, antes da refeição. O Pesque & Pague Jardim
oferece (além das tradicionais aguardentes), uma cachaça que vem
chamando a atenção dos apreciadores. Trata-se da Cachaça Cobiçada,
produzida no histórico Engenho Martiniano, localizado na visinha
cidade de Serraria. Os atuais proprietários, Flávio e Vera Borba
(foto), são habituês do restaurante Pesque & Pague
e falam com entusiasmo, da nova fase do Martiniano, que foi todo
restaurado e está em plena produção. Em entrevista, no restaurante
do Pesque & Pague Jardim, Flávio e Vera revelam planos arrojados
para a Cachaça Cobiçada. A reportagem teve oportunidade de degustar
a deliciosa Cachaça e podemos afirmar, que se trata de uma das
melhores cachaças, já produzidas no Brejo Paraibano.
O Engenho Martiniano é, também, uma excelente opção de passeio
turístico e fica bem pertinho de Bananeiras, na Rodovia PB 85,
Km 02 - Serraria-PB.

Bravo! Bravo! Bravo! Para
a Filarmônica de Bananeiras.
Mais uma vez, pudemos
registrar uma bela performance da excelente Filarmônica de Bananeiras.
Desta vez, foi uma apresentação no distrito de Chã do Lindolfo,
dentro da programação Sons do Brejo. A Filarmônica de Bananeiras
deu um verdadeiro show de afinação e talento de seus músicos. Com
um repertório variado, que vai desde a música cássica, passando
pela MPB, chegando até as inesquecíveis músicas das Big-Bands
norte-americanas.
Pode ser notado, o empenho e dedicação dos componetes da Filarmônica,
que inclui em seus quadros, diversos elementos femininos, tocando
os seus instrumentos, com garra e emoção, na execução de diversos números
da nossa melhor música.
O público que compareceu ao concêrto da Filarmônica, era constituído
de muitos jovens, que ouviam com entusiasmo os acordes da Orquestra.
A Filarmônica de Bananeiras está de parabéns e não fica nada a
dever, frente a outras orquestras.

Esporte Olímpico
do Tiro ao Arco Já é Praticado em Bananeiras
O francês Christian Barbé casado
com a brasileira Myrta Cavalcanti Barbé, adquiriram um chalé em
Bananeiras e passam as férias entre a praia do Bessa e a cidade
de Bananeiras. O casal, apesar de se encontrar em férias na Paraíba,
não parou de praticar o seu esporte predileto, o tiro ao arco.
Com a colaboração da prefeita Marta Ramalho Leite, conseguiram
espaço para treinamento, no campo de Futebol de Bananeiras, atraindo
curiosos e pessoas interessadas em aprender a praticar o tiro
ao arco. Foi quando surgiu a idéia de proporcionar aprendizado
e treinamento, para os que mostraram interesse nessa modalidade
de esporte olímpico. Da idéia, à ação, o casal Barbé, entrou em
contato com o seu clube de tiro ao arco, na França, solicitando
o envio de equipamentos usados ou reciclados (que pudessem servir
para o treinamento de arqueiros iniciantes), para serem doados
à cidade de Bananeiras. O DAC-Divonne Arc Clube, de imediato,
respondeu, com o envio de quatro equipamentos completos, absolutamente
novos, não usados, zero km!
A entrega oficial dos equipamentos, doados à Cidade, aconteceu
no prédio da Secretaria de Educação da Prefeitura e contou com
a presença do secretariado da prefeita Marta Ramalho, além dela
própria. Durante a solenidade, Myrta Barbé fez uso da palavra,
transmitindo às pessoas presentes, a sua alegria em poder ter
tido a oportunidade de plantar a semente do esporte do tiro ao
arco, na Paraíba, sendo a cidade de Bananeiras, privilegiada,
como pioneira na prática desse esporte. Na mesma ocasião, Myrta
Barbé leu carta do presidente do Divonne Arc Clube, monsieur Georges
Llansó, fazendo votos de sucesso aos futuros praticantes do tiro
ao arco e quem sabe, futuros campeões do arco e flexa paraibanos.
Cada equipamento de tiro ao arco, é composto do arco tradicional,
fabricado com empunhadura de madeira e espátulas de fibra de vidro,
flexas em fibra de carbono, aljavra (porta-flexas), dedeiras em
couro (protetores das mãos), visor e botão de regulagem, além
de manual com regras de comportamento de segurança no tiro ao
arco.
Encerrando a solenidade, a prefeita Marta Ramalho Leite, agradeceu
a doação dos equipamentos para Bananeiras, fazendo questão de
demonstrar a sua satisfação em receber os novos moradores da Cidade,
Christian e Myrta Barbé.
A prefeita Marta Ramalho Leite redigiu carta-resposta, em agradecimento
ao Monsieur Llansó-presidente do DAC- Divonne Arc Club, que foi
entregue pelo casal Barbé, no final do mês de maio, quando eles
retornaram à França.
A sobrinha do casal Barbé, Luíza Helena Cavalcanti, 10 anos, já
está praticando o tiro ao arco, em Bananeiras (sob a orientação
dos tios), que lhe presentearam com equipamento de arco e flexa.
Luíza foi escolhida como mascote dos futuros praticantes do tiro
ao arco de Bananeiras.

O Comunicador das Massas
O empresário e radialista Paulo
Edno, surpreende a todos, pela sua extraordinária facilidade de
comunicação, através das ondas da Rádio Integração de Bananeiras.
Conduzindo o programa, "Sábado Espetacular", Paulo realiza entrevistas,
bate-papos, pesquisas e enquetes, com simplicidade, alegria, simpatia
e competência. A enorme audiência de ouvintes, que liga para a
emissora, atesta o alcance do programa.
Neste sábado o fotógrafo Guy Joseph foi entrevistado, para falar
de sua exposição fotográfica, com inauguração marcada para o dia
30 de julho, às 17 horas. Guy ficou impressionado com o desempenho
do comunicador, que faz o programa, com maestria, deixando fluir
os diversos quadros, com extrema facilidade. A Rádio Integração
está de Parabéns!

Rituais de Brutalidade
Por
Petrônio Souto*
Um
jovem médico observa que as doenças sexualmente transmissíveis,
a gravidez precoce e o alcoolismo entre jovens e adolescentes,
no interior da Paraíba, já atingem os níveis das grandes tragédias
humanas. E, mesmo sem possuir dados de pesquisa, apenas baseado
na experiência profissional, aponta uma causa: os seguidos megashows
que são realizados nas comunidades interioranas, outrora cidades
pacatas que só se divertiam nas festas populares tradicionais.
Basta ouvir rádio para tomar conhecimento dos mil e um carnavais
fora de época, rodeios, vaquejadas e megashows de bandas
de forró e axé, eventos quase que diários, que embalam, pela Paraíba
afora, farras homéricas de multidões inteiras, reunindo gente
de todas as idades, sobretudo rapazes e moças. As singelas festinhas
de padroeira do passado foram simplesmente soterradas por essas
avalanches de barulho e violência.
Consagramos uma espécie de antropofagia pantagruélica que vê poesia
no axé, folclore no apelo brega-erótico das bandas de forró de
plástico e diversão sadia nos rodeios e vaquejadas, tudo regado
a muito álcool e otras cositas más, orgias, aliás, muitas
vezes bancadas com dinheiro público travestido de apoio cultural.
É certo que a sociedade nordestina vive um momento bastante crítico.
Vítimas da colonização interna, da massificação cultural do Sudeste,
consideramos atraso nossos usos e costumes. Temos vergonha até
do nosso sotaque e das nossas manifestações culturais mais autênticas.
O cenário político-cultural de hoje, que faz a interação macunaímica
de Brasília com os outros países brasileiros, para usar expressão
do amigo Carlos Aranha; a própria (des) ordem política, social
e econômica do país e até a casa do Big Brother são campo
fértil para a geração dos nossos grandes infortúnios.
Não precisa ir muito longe. Basta parar na trilha sonora. O que
se pode esperar de uma sociedade que se encanta com o axé-music
e com esse tragicômico forró de plástico, curtidos a mil decibéis?!
O cruel, no entanto, é que, ao invés de refletirmos um pouco mais
sobre a nossa triste realidade, optamos por simplesmente reduzir
a maioridade penal de 18 para 16 anos. Aí vem a pergunta: como
um garoto ou uma menina do interior do Nordeste pode organizar
a sua vida longe da alienação e do crime, se até os momentos de
lazer dessas criaturas são verdadeiros rituais de brutalidade?
Claro que esta não é a causa principal dos males que nos afligem.
Há uma série de fatores que nos empurram para a barbárie. Mas
a simples manchete de um jornal local, no último dia de fevereiro,
já confirmaria a observação do jovem médico: Paraíba tem 11 cidades
no ranking das mais violentas do Brasil.
*Petrônio
Souto é jornalista

Embaixador da Áustria Veio Assistir
Concerto em Bananeiras
Em visita ao Estado da Paraíba,
o embaixador da Áustria, Werner Brandstettes veio a Bananeiras,
exclusivamente para assistir ao concerto da Orquestra Sinfônica
Jovem. Acompanhado da sua mulher, Leonie Maria, o embaixador austríaco,
mostrou-se vivamente impressionado com a performance da nossa
orquestra jovem. O Concerto teve lugar no interior da Matriz de
Nossa Senhora do Livrarmento, que se encontrava totalmente lotada,
por um público atento e encantado com o desempenho da Orquestra
Sinfônica Jovem. A orquestra, depois de executar diversas peças
do repertório clássico, passando por algumas obras do cancioneiro
popular, finalizou o Concerto com o famoso Bolero de Ravel.
Recebidos pela prefeita Marta Ramalho Leite e seu marido Francisco
Ramalha Leite, os visitantes receberam lembranças, criadas e produzidas
por artesãos da cidade de Bananeiras. O embaixador Werner Brandstettes,
em retribuição, presenteou a prefeita anfitriã com um luxuoso
volume contendo fotografias da Áustria.
Em jantar, na casa da prefeita Marta Ramalho Leite, o casal de
austríacos pode conhecer e degustar a nossa melhor culinária regional.
Logo após o Concerto da Orquestra Sinfônica Jovem, Werner e Leonie
Maria Brandstettes, retornaram ao Recife.

Bananeiras Assiste a Concerto da Orquestra Sinfônica Jovem da
Paraíba
A cidade de Bananeiras viveu
momentos de grande êxtase, com a apresentação do concerto da Orquestra
Sinfônica Jovem da Paraíba (OSJPB) que aconteceu no sábado (02/08),
dentro da programação Caminhos do frio. O concerto faz parte do
projeto de expandir a música clássica, contemplando outros municípios,
além da Capital, que também estão em pauta ainda para o segundo
semestre, com o retorno das atividades das sinfônicas.
O concerto teve lugar na Igreja Matriz Nossa Senhora do Livramento,
às 20 horas e contou com a presença de um grande público, que
lotou o interior da Igreja Matriz.
O repertório apresentou "Seleção
Luiz Gonzaga", com arranjos do maestro Duda; "Músicas do Festival"
Cenas Pitorescas de J. Massenet, Mercado Persa de A. W. Ketelbey,
e West Side Story, de L.Bernstein. O concerto foi encerrado com
a famosa peça, "Bolero" de Ravel, que arrancou calorosos aplausos
da platéia. Esta mostrou com seu entusiasmo e comportamento, que
a música de qualidade, tem vez em todas as camadas sociais, desmentindo
aqueles que acreditam que o povo só gosta de música ruim e forró
de plástico.
O detalhe inusitado, foi a presença do embaixador da Áustria,
Werner Brandstettes, acompanhado de sua mulher, Leonie Maria Brandstettes,
que em visita à Paraíba, se deslocou para Bananeiras, exclusivamente
para assistir ao concerto da Orquestra Sinfônica Jovem da Paraíba.
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O Carmelo iluminado, recebe multidão, para
o Auto de Natal - ©Guy Joseph
Bananeiras,
Atrai Multidão Para Assistir ao Auto
de Natal e Ver a Decoração natalina
A cidade de Bananeiras ficou toda iluminada, com a sua nova decoração
natalina, composta por luzes multicoloridas e efeitos visuais.
Desta vez, o centenário prédio do "Colégio
das Freiras", o Carmelo, foi alvo de decoração
especial, para abrigar o Alto de Natal. A decoração
era alvo da admiração e comentários elogiosos
por parte de todos que compareceram ao loca. Uma imensa multidão
lotou o espaço em frente ao Carmelo, para assistir ao espetáculo,
montado sobre um grande palco, ao ar livre. O Auto de Natal teve
a participação do Pastoril do Peti, do Boi de Reis,
do Coral e nas janelas do Carmelo, crianças com lanternas
nas mãos, entoavam cânticos de Natal.
Bananeira viveu uma noite de puro encantamento, que emocionava
a adultos e crianças, que se fizeram presentes ao evento.
Guy Joseph - Fotógrafo e Designer-Gráfico
Guy Joseph, Designer-Gráfico Paraibano, Cria Logomarca
Para Clube Esportivo Francês.
O clube francês de tiro ao arco, 1ère
Compangnie de Tir à l’Arc d’ Annemasse
teve a sua tradicional marca corporativa modernizada, em um trablho
desenvolvido pelo designer-gráfico paraibano, Guy Joseph.
O trabalho de criação da nova logomarca, teve como
ponto de partida, o desenho do antigo escudo do Clube, onde procurou-se
conservar alguns de seus elementos gráficos, originais,
à pedido da diretoria do Clube, através do seu presidente,
o francês, Jack Auraix. Três desses elementos gráficos,
a forma do escudo, contendo o brasão da região de
Annemasse, a figura das setas, e a figura de um alvo (todos presentes
na marca antiga), foram aplicados à nova logomarca, em
um trabalho de estilização gráfica e modernização
visual. Vale lembrar, que a antiga marca, em forma de escudo,
existia há mais de 100 anos, quando o clube detinha características
militares (como o próprio nome atesta), sendo em sua orígem,
uma companhia militar de tiro com arco.
O designer-gráfico, Guy Joseph, explica, como utilizou
as formas do antigo escudo, simplificando suas linhas e dando-lhe
um aspecto moderno, de acordo com a nossa visualidade contemporânea.
Essa figura do escudo, teve as cores do brasão da cidade
de Annemasse, preservadas e serviu de suporte aos demais elementos
gráficos. Conceitualmente, a figura do escudo pretende
nos remeter ao passado histórico da cidade de Annemasse.
A nova logomarca da 1ère
Compangnie de Tir à l’Arc d’ Annemasse
recebeu uma combinação de cores, que associa cores
primárias, quentes e frias, resultando em um conjunto harmonioso,
alegre, moderno e de excelente impacto visual. Todas essas características,
vão contribuir para facilitar o trabalho de implantação,
massificação e memorização da nova
logomarca.
O designer-grafico, artista plástico e fotógrafo,
Guy Joseph tem em seu portfolio, a criação de centenas
de marcas criadas, entre elas : a logomarca da Fundação
Espaço Cultural José Lins do Rego, premiada em concurso
público, em 1981 ; Logomarca da API-Associação
Paraibana de Imprensa ; Marca e programação visual
para o CRM/PB-Conselho Regional de Medicina ; Logomarca para o
Folia de Rua - premiada em concurso público ; Marca e programação
visual dos Supermercados Primo ; Logomarca da Rádio Tabajara
da Paraíba, em parceria com o designer, Syllas Mariz ;
Logomarca, para o 5° FENART da Fundação Espaço
Cultural ; Logomarca e programação visual para o
Ciep-Centro das Indústrias do Estado da Paraíba
; Logomarca para a ONG Apó-Porã ; Logomarca e programação
visual, para a Rede de Postos VIP ; Criação de marca
e programação visual para os refrigerantes PIKE
de Natal-RN ; Criação de logomarca e programação
visual para o Netuanah Praia Hotel ; Criação da
logomarca do Bananeiras Arco Clube.

A antiga e a a atual logomarca, criada
elo designer-gráfico, Guy Joseph

Batista de Andrade Foto ©Guy Joseph/2008
Maestro de Bananeiras Constrói Instrumentos de Sopro Reciclando
Sucatas Wellington
Farias*
Com mais de trinta anos dedicados à música, o maestro
e comunicador Batista de Andrade – trompetista dos bons
- lançou-se ao desafio de aproveitar cacarecos para construir
instrumentos musicais. O resultado são peças de
comprovada funcionalidade mecânica, boa sonoridade, e que
chamam a atenção, sobretudo, pelo caráter
exótico e cores berrantes.
A “jóia” que melhor incorpora o estilo personificado
da peças totalmente fora dos padrões estéticos
dos instrumentos de sopro foi batizada de “Bapisfone”,
a mistura de Batista-piston-saxofone. O formato faz lembrar o
estranho trumpet de Dizzy Gillespie, um dos precursores do movimento
bebop no jazz moderno. Com um detalhe: além de mais radical
em suas formas, tem a campânula inclinada para trás
- e não para frente como o do lendário jazzista
norte-americano. E ainda requer a correia semelhante à
do sax.
Outra peça não menos curiosa da lavra de Batista
tem forma de satélite. Por isso mesmo ganhou essa denominação.
É um belo instrumento artesanal com pistões cobertos
com botões prateados transplantados de um blazer, bem trabalhado
em sua superfície de alto relevo e soldado numa bucha de
alternador de carro.
Batista de Andrade ostenta com notório orgulho as peças
que constrói à base de sucata, imaginação,
esmero e paciência. Ele é um curioso forçado
pela carência do local nesse ramo de atividade a consertar
instrumentos. “Vi que as pessoas ‘customizam’
roupas e até carros, resolvi customizar de forma diferente”,
explicou o músico de 44 anos, natural de Bananeiras, no
Brejo da Paraíba, onde mora com a família.
O despertar para a onda de “customização”
nasceu da necessidade de aproveitar a sucata sonora que iria para
o lixo. “Comecei a juntar peças, montar e testar
a afinação; vi que podia construir instrumentos
com pedaços de outros”, contou. Mas não é
tão fácil quanto parece: o resultado tem que ser
um instrumento cômodo, equilibrado, bem afinado e esteticamente
fora dos padrões convencionais, para adquirir um “Q”
de diferente.
Apesar dos resultados surpreendentes, a fabricação
de instrumentos exóticos ainda está em fase experimental.
O designe é imaginado pelo próprio Batista. A maioria
das peças é sucata de instrumentos e outras ele
manda fazer segundo a sua própria concepção.
O processo de afinação é demorado e exige
vários ajustes no tamanho da tubulação e
inclinação da campânula.
Na oficina do novo artesão bananeirense já começa
a tomar forma um trombone, o primeiro do gênero fabricado
a partir de sucatas, enquanto uma nova idéia “matuta”
na cabeça do maestro: reaproveitar instrumentos inúteis
para ornamentação. A primeira “vítima”
tende a ser um surrado – mas elegante - saxofone que já
animou muitas festas. “Penso em serrá-lo ao meio
e fazer uma peça ornamental”, revelou.
Batista
e seus instrumentos ©Guy Joseph
O maestro, a comunicação e a arte
Nascido dois meses após o Brasil ter sido arrebatado por
um golpe militar (em 1964), Pedro Batista de Andrade é
uma espécie de canivete suíço no campo das
artes, do lazer e da comunicação. E na política
também. É músico dos bons, produtor cultural,
esportista, radialista (comunicador e repórter) e já
foi vereador na sua terra natal.
O seu potencial de comunicador foi descoberto por Roberto Carlos
de Oliveira, um ícone da radiofonia paraibana por trás
dos microfones, já falecido: Batista fora levado à
Rádio Tabajara – ainda na Avenida João Machado,
em João Pessoa - para fazer um estágio de operador
de áudio. Ao final, Roberto sentenciou: “O seu lugar
é do outro lado, no microfone”. Na mosca: Batista
iniciou uma carreira e consagrou-se um dos radialistas mais importantes
do Brejo da Paraíba.
Atualmente ele acumula (com outras atividades) a Direção
de Programação da Rádio Rural de Guarabira.
Já fez incursões por outras emissoras, dentre elas
a Cultura (também de Guarabira) e a Integração
do Brejo, esta de sua cidade natal, onde foi de jornalista a animador
de programa, passando por forrozeiro.
A vida de Batista está umbilicalmente atrelada à
música. Foi através dela que ele, ainda menino,
reintegrou-se à sociedade, depois de praticamente perambular
pelas ruas após a morte do seu pai adotivo. “O mundo
desmoronou sobre mim: também se foram o teto, o afeto e
o pão”, conta o criador da “Lira dos Artistas”,
uma banda filarmônica de Bananeiras fundada em 1997, que
anda cambaleando entre a falta de apoio do Poder Público
e os salários dos músicos atrasados.
Compositor e autor de dobrados, o maestro foi adotado aos quatro
meses por Eduardo Andrade Neves, um viúvo que dividia a
casa com Maria Narciso, uma espécie de governanta. A mãe
natural, Severina Batista, ele só conheceu dezoito anos
atrás e faltando dois dias para ela morrer num leito do
Hospital Newton Lacerda, em João Pessoa.
Batista tem dez irmãos, dentre os quais cinco mulheres.
Apenas duas não se prostituiram. Ele conheceu nove dos
irmãos e falta conhecer apenas um. “Os meninos se
marginalizaram”, conta com indisfarçável tristeza.
Ele só veio saber quem era o pai biológico quando
este já tinha morrido. Conheceram-se e se cruzaram reiteradas
vezes, mas não imaginavam que havia qualquer grau de parentesco
entre ambos. No leito de morte, aos 47 anos, a mãe lhe
confessou haver dado para adoção por falta de condições
de criá-lo.
Quando
aos treze anos Batista de Andrade ainda trilhava caminhos tortuosos
de semi-abandono, o maestro José Pereira, de Serra Redonda,
na Paraíba, instalou em Bananeiras uma escola de música.
Batista, que no gosto do pai adotivo deveria ter sido médico,
matriculou-se para ser ritmista. Com o tempo, entusiasmou-se pelo
trompete. Só a partir daí a sua vida tomou um rumo
promissor. Hoje, além de um profissional versátil
muito bem conceituado, é casado, tem uma família
muito bem estruturada e um padrão de vida dos melhores
da cidade de Bananeiras.
Wellington Farias entrevista Batista - ©Guy
Joseph
*Esta
reportagem foi publicada na capa do Segundo Caderno do jornal
CORREIO da Paraíba, edição de domingo (11/01/09)
Wellington Farias, com fotos de Guy Joseph
Festa de Emancipação
Política em Bananeiras

A multidão lotou as ruas de Bananeiras, para
comemorar o aniversário de 129 anos da Cidade.

Todos queriam assistir ao show de Amazan.
Clique na foto, para ampliar

No palanque oficial a prefeita Marta Ramalho,
ladeada pelos deputados Arthur C. Lima e Efraim Filho

Deputado Efraim Filho e o Secretário de
Estado, Ramalho Leite, no palanque oficial.

A prefeita re-eleita, Marta Ramalho e o
deputado federal Efraim Filho

Gorete, Joseane, Jô e sua irmã, foram curtir,
dançar e se divertir no show de Amazan.

Amazan fez um show irrepreensível e que levou a
plateia
ao delírio, no aniversário da cidade de Bananeiras.

Amazan e suas Amazanetes, divertiam e animavam
o
grande público que compareceu à festa de Bananeiras

Odilon recebe o abraço de uma fã, que fez questão
de posar para a nossa reportagem fotográfica.
Bananeira Comemora
129 Anos
A cidade de Bananeiras, comemorou os seus
129 anos de emancipação política, com uma festa que reuniu uma
grande multidão na avenida Jurandir Rocha. Em um palco armado
(que fechava a rua), apresentaram-se diversos artistas, como a
Banda Rabo de Foguete, Amazan e Mastruz com Leite.
A grande atração, que era ansiosamente aguardado, o cantor
Amazan, fazia a multidão cantar e dançar. O
público permaneceu na rua, até as quatro e meia da manhã, quando
a festa foi encerrada com o show da Banda Mastruz com Leite, vinda
de Fortaleza, especialmente para o evento.
No palanque oficial, diversas autoridades se revezavam nos cumprimentos
à prefeita Marta Ramalho. Entre os presentes, podiam ser vistos,
os deputados Arthur Cunha Lima e Efraim Filho, que vieram da Capital,
para participar da festa de aniversário de Bananeiras.
Durante o dia, diversas
ações administrativas, marcaram a data, com a entrega de casas
populares, no Conjunto Arlindo Ramalho e em Vila Maia. Inauguração
da pavimentação e drenagem em Gamelas e nos Conjuntos Arlindo
Ramalho, Major Augusto, Rua Santa Terezinha, com os gabíões que
sustentam a rua. A prefeita Marta Ramalho, também fez entrega,
à população, do Centro de Convivência do Idoso Yoiô Déco, totalmente
reconstruído depois de sofrer durante oito anos com destruição
e abandono.

Anely, Ana Gondim, Regina e Helena
Bananeiras
Recebe Visitantes
Bananeiras recebeu a visita
ilustre de duas personagens femininas, que fazem a vida social
e empresarial da Capital da Paraíba. Recepcionadas por Ana Maria
Gondim, Anely Almeida e Regina Von Söhsten, puderam conhecer
os mais diversos atrativos turísticos da cidade de Bananeiras.
Maravilhadas, Anely e Regina, não se cansavam de admirar a natureza
e a bela paisagem vista do chalé de Ana Gondim.
À noite, com a temperatura mais baixa, puderam apreciar um bom
vinho, acompanhado de pão e tomates secos. Durante a degustação,
os assuntos eram colocados em dia, além do relato dos últimos
acontecimentos da Capital.
Anely e Regina, antes de partir de volta à Capital, visitaram
o Engenho da Cachaça Triunfo, na vizinha cidade de Areia, ficando
maravilhadas com tudo o que viram e conheceram. No domingo de
manhã, voltaram à Capital, reafirmando a excelente impressão que
tiveram da cidade de Bananeiras.

Grupo Animado, no Pesque & Pague
Chegam Mais Turistas Com a Mais Brasil Turismo
A Mais Brasil Turismo - do jovem empresário Isaac Batista -, continua
trazendo grupos de turistas para conhecer o Brejo paraibano. A
Mais Brasil Turismo, com sede na Capital da Paraíba, sempre tem
oferecido pacotes turísticos destinados às pessoas que apreciam
o turismo de aventuras, passeios ecológicos, trilhas, etc. Um
dos grandes sucessos dos pacotes oferecidos pela Mais Brasil Turismo,
tem sido o Projeto Vivências, onde o turismo de natureza é o tema
principal, para as pessoas que gostam da natureza e de fotografar.
No Projeto Vivências, o participante tem a oportunidade de conviver
com o fotógrafo Guy Joseph, que acompanha o grupo e serve de instrutor
de fotografia, dando dicas e orientando os fotógrafos amantes
da natureza, como melhor fotografar na mata, na cachoeira, na
montanha, etc.
Neste último fim de semana, Isaac aportou no Pesque & Pague
Jardim para o almoço, acompanhado de um entusiasmado grupo.
Pau e Cordas
Foto: ©Guy Joseph

Jó & Teixeira Foto: ©Guy
Joseph
Pau e Cordas, pra
Toda Obra
Durante a realização do projeto
Caminhos do Frio-que aconteceu na cidade de Bananeiras, entre os
dias 28 de julho e 02 de agosto/2008-, diversas atrações artísticas
tiveram a oportunidade de se apresentar ao público bananeirense.
Entre as belíssimas performances, podemos destacar a presença de
um grupo musical, que se apresentou durante o concorrido evento
cultural: o conjunto de choro, Pau e Cordas, que conseguiu
conquistar calorosos aplausos de uma platéia encantada, pela
qualidade dos seus músicos. Mas, é interessante revelar, também,
uma curiosidade que reflete o talento e sensibilidade artística
de um dos integrantes desse grupo: ele se chama de Jó e, tocando
violão de 6 cordas, no conjunto Pau e Cordas, faz da marcenaria,
a sua atividade profissional diária. Diga-se, de passagem, que a
qualidade do seu trabalho construindo peças de madeira, rivaliza
com a sua sensibilidade musical, ferindo as cordas do seu violão,
no conjunto Pau e Cordas.
O grupo Pau e Cordas é formado, ainda, por José Teixeira, tocando
Cavaquinho e Violão de 7 cordas; Humberto, na Flauta Doce e Flauta
Transversal; Marquinhos, no Pandeiro; Bel, no Surdo; Nildo, no Afoxé
e, na Flauta Doce, o “Irmão”, apelido carinhoso, dado
pelos colegas de música.
O
grupo de choro Pau e Cordas é uma das grandes preciosidades
artísticas do Brejo paraibano e merece o incentivo, além dos aplausos,
de todos os que vêem na arte, a oportunidade de engrandecimento
espiritual do homem, em nossa sociedade moderna.

Foto: ©Guy
Joseph
A Rua do Vento
A Rua
Ascendino Neves, é praticamente desconhecida da população da cidade
de Bananeiras. A rua é mais conhecida, como Rua do Vento e fica
localizada na periferia da cidade de Bananeiras, numa altitude
de 527 metros acima do nível do mar, nas coordenadas, Latitude:
S - 06º 45’ 65“ Longitude: 35º. 38. 26,3” onde
acontece uma ação comunitária, das mais sui
generis, em todo o Brasil: os moradores elegem, a cada quatro
anos, prefeito e vereadores de sua própria rua, em uma disputa
acirrada com o envolvimento de outros logradouros da bucólica
cidade do brejo paraibano. A Rua do Vento se notabiliza por liderar
diversas manifestações e folguedos populares onde tem seu próprio
Carnaval e o seu São João, é dos mais tradicionais e animados.
O atual prefeito se chama
José Trindade da Silva, mais conhecido como “Ratinho”.
A Rua do Vento rivaliza com a Rua da Cadeia e em diversas ocasiões,
a disputa chega a ser exacerbada.
As eleições na íngreme
e curvilínea Rua do Vento acontecem logo após o pleito municipal,
oficial. Para alguns, mera brincadeira inconseqüente, para outros,
um exercício de pura cidadania, haja vista os benefícios que a
comunidade vem conquistando junto ao poder público. O imaginário
e o social se dão às mãos, onde o vento faz a curva, secando as
multicoloridas roupas estendidas nos varais dos verdes quintais
de uma rua cheia de riqueza, em manifestações populares, como
os seus blocos carnavalescos, suas lapinhas e quadrilhas juninas.
A Rua do Vento já se tornou conhecida além das fronteiras da cidade
de Bananeiras, atraindo visitantes curiosos, que fazem questão
de poder caminhar e conversar com os moradores da famosa e inusitada
via urbana.
A solidariedade, também se faz presente: para fotografar a rua,
que está sendo calçada, descemos por um trecho de barro, onde
um cano estourado fez o terreno em aclive acentuado, se tornar
extremamente escorregadio, fazendo-nos atolar. Imediatamente,
os moradores da rua, vieram em
nosso socorro, ajudando-nos a tirar a caminhonete do atoleiro.
A Rua do Vento está a merecer a atenção da mídia nacional, pela
sua peculiaridade e curiosidade, próprias.

Feijão
Guandu - Um Injustiçado
Tendo nascido na Capital,
eu conheci o Feijão Guandu, quando tinha cerca de dez anos de
idade. Acontece que, um empregado da casa de meu pai, plantou
sementes de Guandu no nosso quintal e passamos a colher e consumir
a deliciosa leguminosa. De lá pra cá, nunca mais tinha tido notícias
do Guandu. Agora, residindo em Bananeiras, re-encontrei o feijão,
que não faz lá muito sucesso entre a população. A má querência
em relação ao Guandu se dá, pela forma errada com que as pessoas
fazem o cozimento do feijãozinho. O amargor (de que a maioria
das pessoas se queixa), se deve ao fato de que o feijão Guandu
(assim como a fava), deve ser cozido em água e sal e logo em seguida,
a água (que fica amarga), desse cozimento deve ser jogada fora.
Na segunda fervura, aí sim, entram os temperos preferidos. O Guandu
não deve ser servido com muito caldo e deve ser acompanhado de
arroz, costelinhas de porco e farofa. Existem, ainda, inúmeras
outras formas de servir o feijão Guandu, como por exemplo em saladas
frias ou à moda do feijão Tropeiro.
O feijão Guandu pertence à familia das leguminosas, sendo uma
das culturas mais antigas no mundo, sendo considerada em quinto
lugar na ordem de importancia entre as leguminosas no mundo. Segundo
alguns autores é originária da África, para outros, seria originária
da Índia e teria chegado há milenios à África, onde diversas variedades
são cultivadas. Deste modo chegaram na Ámérica através do trafico
de escravos. Atualmente é cultivado em todas as áreas tropicais,
sub-tropicais e temperadas, como a parte norte do estado da Carolina
- USA.
O Guandu
é uma rica fonte de nutrientes para a alimentação humana. O uso
mais comum na Índia e outros paises do Oriente, é uma forma de
"dhal", que consiste em retirar a pele das sementes secas e parti-las
pela metade. Com este processo, as sementes podem ser guardadas
por mais tempo, sua digestibilidade melhora, além de ter um perfil
de aminoácidos semelhante aos da soja. Em paises da America Central,
as sementes verdes são usadas substituindo as ervilhas e enlatadas
em forma de conserva. No Brasil o guandu é muito pouco utilizado.
Em muitas áreas rurais, é considerado alimento de pobre, usado
em substituição ao feijão, nos casos de extrema necessidade. É
uma pena, pois pela sua riqueza em nutrientes, sua resistencia
a sêcas e a possibilidade de produzir várias safras, é uma cultura
que deveria ser plantada em todas as propriedades rurais do país.
O preconceito relativo ao Guandú, tem suas orígens em equívocos
da nossa cultura culinária. O mesmo preconceito, da classe mais
abastada, que já considerou a feijoada, a fava e o bacalhau, como
comida da "ralé".

Guandu
Com Carne de Porco
Existem inúmeras formas de
preparar e servir o feijão Guandu. Uma delas, é o Guandu com carne
de porco. Confira: debulhar o feijão e levar ao fogo para ferver;
Em outra panela ferver a mesma quantidade de água; Quando as duas
águas estiverem fervendo escorrer o feijão e juntar a água da
outra panela. A primeira água em que o Guandu ferveu ficou amarga
e por isso não serve mais. Deixar em fogo brando até cozinhar.
O feijão Guandu, fresco, cozinha rapidinho. Quando puser a segunda
água pode juntar, também, ½ quilo de carne de porco defumada,
a qual, se deve dar uma fervura à parte. Se não quiser juntar
a carne de porco, deixar cozinhar sozinho. Momentos antes de servir,
quebrar uns ovos dentro. Estes serão tantos quantos forem as pessoas.
O feijão Guandu não deve ficar com muito caldo.


Condomínio Águas da Serra
A nossa aprazível cidade
de Bananeiras já dispõe, do mais arrojado empreendimento imobiliário,
já visto na Paraíba, digno de países do primeiro mundo. Estamos
nos referindo ao Condomínio "Águas da Serra", que leva a assinatura
do reconhecido arquiteto Expedito Arruda. Trata-se de mais um
empreendimento, com a ousadia e visão empresarial de Alírio Trindade
Leite e Josa Cirne, pioneiros em oferecer o conceito de condomínios
fechados, com a qualidade e o arrojo que lhes são peculiares. No
churrasco (impecável), oferecido aos investidores, Alírio e sua
Miriam, se desdobravam em receber os convidados, vindos do Rio
Grande do Norte, de João Pessoa, Recife e Maceió.
O Condomínio
Águas da Serra, dispõe (entre outros equipamentos), de heliporto,
campo de golfe, clube social, engenho de cachaça, piscina térmica,
além de haras, com cavalos preparados para passeios ecológicos.
A vista do Condomínio Águas da Serra, é deslumbrante e indescritível!
Vale àpena dar uma chegadinha, para conferir.

Gerardo,
Patrícia e Ana Maria Gondim
Visitas Ilustres
A cidade de Bananeiras vem
registrando um fluxo de visitantes, que ultrapassa a simples curiosidade
turística. A reportagem do Via-Bananeiras tem observado a vinda
de inúmeras pessoas, que estão sempre marcando presença aos eventos
da Cidade. Uma dessas pessoas, só para citar um exemplo, é o jornalista
Gerardo Rabello, que (não é de hoje), visita Bananeiras, com freqüência.
Outro
ilustre visitante, é o fotógrafo Gustavo Moura, que vem desenvolvendo
um projeto fotográfico sobre o Brejo paraibano e, vez por outra,
aporta em Bananeiras, com o objetivo de usufruir de suas belezas
naturais, fotografar e tomar um vinho com os seus amigos, que
residem aqui.
Na foto, Gerardo Rabello, sua mulher Patrícia
e a secretária de Cultura e Turismo, Ana Maria Gondim, durante um
churrasco.
Roteiro
Turistico de Bananeiras
Para
quem visita a cidade de Bananeiras, a passeio, eis algumas sugestões:
visitar o Centro Cultural Isabel Buriti; Casa de Solon de Lucena;
Igreja Matriz de N. S. do Livramento; Colégio Agrícola Vital de
Negreiros; Conjunto Arquitetônico da Cidade; Sagrado Coração de
Jesus; Prédio dos Correios; Sobrado das Meninas; Túnel Ferroviário;
Cruzeiro de Roma; Hotel Pousada da Estação (antiga Estação Ferroviária);
Igreja de São José e Casario de Vila Maia; Cachoeira do Roncador;
Engenho Goiamunduba (fabricante da Cachaça Rainha); Sítio Paleontológico
"As Canoas"; Trilha do Umari (incrições e pinturas rupestres);
Trilha do Trem. As informações de acesso e localização, podem
ser conseguidas na Casa do Turista, localizada na Praça Epitácio
Pessoa - Centro - Telefone: (83) 3367-1112
casabnturista@yahoo.com.br
www.bananeiras.pb.gov.br
Onde Comer
Restaurante
da Pousada da Estação
Telefones: (83) 3367 1339 9163 0985
Churrascaria Boi na Brasa Telefones: (83) 3367
2012 9131 0322
Bar e Restaurante Central Telefone: (83) 9126
5180
Pizzaria e Soparia Aconchego Telefone: (83) 9121
9820
Stilus Bar Telefone: (83) 3367 1057
Emillys's Pizzaria Telefone: (83) 3367 1004
Restaurante do Posto Telefone: (83) 3367 1015
Tapiocaria Telefone: (83) 9136 6362
Pesque e Pague Jardim Telefone: (83) 3363 2716
9931 0346

Onde se Hospedar
Pousada da Estação Tel: (83) 3367 1339 9163 0985 Reservas:
pousadaestacao@yahoo.com.br
Hotel Fazenda Vale do Paraíso Tel: (83) 3363
3372 Reservas: reserva@hotelvaledoparaiso.com.br

Bananeiras
Está na Moda
O
incentivo governamental foi de fundamental importância para que
o município de Bananeiras se tornasse referência na implementação
de inúmeras atividades ligadas ao turismo. A visibilidade conquistada,
não foi obra de um passe de mágica, mas, fruto de um trabalho
pensado e organizado, constante e perseverante, visando dotar
a Cidade de infra-estrutura adequada a recepcionar os visitantes
que, com certeza, viriam. Vale lembrar, que neste esforço, a promoção
de eventos, especialmente nas áreas da cultura e dos esportes
de aventura, ganharam uma roupagem inédita, associando-se às festividades
tradicionais, valorizando as tradições, ao mesmo tempo em que
recebia uma maquiagem atraente e moderna. Através da Secretaria
de Cultura e Turismo, com o apoio valioso da Universidade Federal
da Paraíba, a Prefeitura de Bananeiras vem desenvolvendo um projeto
de resgate da cultura popular que, além de oxigenar a identidade
cultural local, vem ampliando o leque de novos atrativos para
os visitantes. Podemos citar a arte dos rabequeiros, grupos de
forró-pé-de-serra, mamulengueiros, ciranda, a dança do camaleão,
temperadas com o sabor das comidas típicas e a beleza dos produtos
artesanais oferecidos. Pode-se constatar, facilmente, que os visitantes
estão chegando, cada vez em maior número. Afinal, Bananeiras virou
moda!

Caminhos do Frio
De
07 de julho a 20 de agosto de 2008,
o Brejo está oferecendo um roteiro para aquecer a programação
cultural paraibana. Composta por uma vasta programação cultural
e turística, as cidades de Alagoa Nova, Areia, Serraria, Bananeiras,
Alagoa Grande e Pilões, integradas, serão sede do que se convencionou
chamar de Caminhos do Frio. A programação envolve exposições de
arte, espetáculos de teatro, cinema, música, oficinas, shows,
dança, etc. A programação de Bananeiras começa em 28 de julho,
com oficinas de Artes Plásticas-Pintura Primitiva; Dança de Salão
para a Melhor Idade; Material Reciclado na Arte; Direção Teatral;
Expressão Corporal.

Nouveau
club au nord-est du Brésil*
*Novo Clube no Nordeste
do Brasil
Matéria publicada na revista
mensal da FITA-Federação internacional de tiro ao arco, com sede
em Lausanne/Suiça.
*Après
sêtre marié avec une Brésilienne, un ressortissant français fan
de tir à larc, Christian Barbé,
a eu lidée de créer un club dans la ville de Bananeiras dans létat
brésilien de Paraiba. Face à des problèmes pour trouver du
matériel de tir
à larc sur place, Christian Barbé a contacté deux clubs de tir
à larc en France afin de recevoir du matériel pour démarrer ce
nouveau club. Malgré les difficultés rencontrées et grâce à la
générositéde
ces deux clubs et à la persévérance
de Christian, du matériel a pu être acheminé à Bananeiras. Ayant
eut connaissance des difficultés pour lacheminement de matériel
au Brésil, la FITA a convenu dune solution avec le Comité Olympique
Brésilien. La FITA souhaite remercier Christian Barbé pour son
initiative et son dévouement pour le développement du tir à larc.
*
O texto (em tradução livre), diz que Cristian Barbé, casado com
uma brasileira e adepto do tiro ao arco, teve a idéia de criar
um clube de tiro ao arco em Bananeiras, no Estado da Paraíba.
Em face dos problemas, em encontrar material de tiro ao arco no
lugar, Cristian contactou dois Clubes de tiro na França, afim
de receber material para equipar o novo Clube de Bananeiras. Apesar
das dificuldades encontradas e graças a generosidade dos dois
Clube franceses, novos materiais poderão ser enviados à Bananeiras.
A FITA procura uma solução junto ao Comitê Olimpico Brasileiro,
para envio do material . A FITA reconhece o esforço de Christian
Barbé e o aplaude por sua iniciativa, em benefício do desenvolvimento
do esporte do tiro ao arco.

XVII Cavalgada em
Bananeiras
Grande
Cavalgada, com mais de trezentas montarias, desfilou pelas ruas
de Bananeiras, no sábado 26 de julho, em uma já tradicional manifestação
em comemoração ao dia de Santana. A concentração aconteceu no
distrito de Chã do Lindolfo. Em seguida, a XVII Cavalgada iniciou
descida para a cidade de Bananeiras, sendo prescedida, por batedores
da Polícia Militar do Estado. Em carro-aberto, à frente da Cavalgada,
desfilava a atual Miss Paraíba 2008, Kayonara Walleska, esbanjando
beleza e simpatia.
A XVII Cavalgada percorreu diversas ruas de Bananeiras, indo em
direção à Rua da Cadeia, onde apearam e promoveram um grande confraternização,
com cantadores de viola, aboiadores e repentistas.

Literatura de Cordel em Bananeiras
O
famoso folheto de cordel, "Romance do Pavão Misterioso" é de autoria
do paraibano, João Melchíades Ferreira da Silva. O que pouca gente
sabe, é que ele nasceu na cidade de Bananeiras-PB, no dia 7 de
setembro de 1869, vindo a falecer na Capital da Paraíba, no dia
10 de dezembro de 1933. João Melchíades Ferreira da Silva, foi
sargento do exército brasileiro, combatendo na Guerra de Canudos
e na questão do Acre. É autor do primeiro folheto sobre Antônio
Conselheiro. João Melchíades é autor de mais de 20 folhetos, dos
quais destacamos os seguintes: ROMANCE DO PAVÃO MYSTERIOZO, COMBATE
DE JOSÉ COLATINO COM CARRANCA DO PIAUÍ, HISTÓRIA DE JUVENAL E
LEOPOLDINA, AS QUATRO ÓRFÃS DE PORTUGAL, ROLDÃO NO LEÃO DE OURO,
HISTÓRIA DO VALENTE ZÉ GARCIA, A GUERRA DE CANUDOS, PELEJA DE
JOÃO MELQUÍADES COM JOAQUIM JAQUEIRA, CAZUZA SÁTIRO, O MATADOR
DE ONÇAS e DESAFIO DE JOÃO MELCHÍADES COM CLAUDINO ROSEIRA, dentre
muitos outros.
Fica,
aquí, a sugestão do editor: que tal, a cidade de Bananeiras prestar
uma homenagem póstuma (monumento, nome de rua, ou placa),
ao Pavão Misterioso e ao seu autor.
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